Crítica: Power Rangers

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Power Rangers: Um desserviço Nostálgico.

Hollywood passa por uma grave crise criativa. Sem boas ideias, a saída fica por conta dos remakes e adaptações. Livros, desenhos, séries... nada é perdoado. E com olhos brilhando por bilheterias que atinjam os milhões de dólares nossa infância é destruída, como é o caso do longa Power Rangers, dirigido por Dean Israelite.


No longa, lançado esse ano, Rita Repulsa é uma vilã intergalática que quer acabar com a vida na terra com a ajuda de seu fiel escudeiro Goldar. Para evitar o fim da vida humana, Zordon reúne cinco adolescentes problemáticos para se tornarem os Power Rangers e defenderem o mundo.


Contando basicamente o arco principal da primeira série clássica, exibida originalmente em 1993, o filme tem protagonistas fracos e sem carisma. O roteiro é superficial e não consegue criar uma historia consistente nem nos conectar com os protagonistas. O visual é tosco e datado. Por vezes, o visual do longo lançado em 1995 consegue ser mais eficiente e carismático do que do filme atual.


Os Megazords (robôs gigantes usados para as batalhas) poderiam ser usados para criar batalhas empolgantes e visuais impactantes, como em Transformers, mas o visual é infantil e mal feito.

A Vilã, Rita Repulsa, tem um visual interessante e por vezes é assustadora, mas não foi bem aproveitada e se torna em uma vilã facilmente derrotada.

O único ponto alto do filme são as referências a série clássica e as participações especiais dos Rangers Originais.

De qualquer maneira o filme é um passatempo divertido para uma tarde sem nada para fazer. Veja sem compromisso e sem esperar por uma historia empolgante.

Direção: Dean Israelite
Elenco: Dacre Montgomery, Naomi Scott, RJ Cyler, Ludi Lin, Becky G, Elizabeth Banks, Bryan Cranston, Bill Hader

VENCESLAU JÚNIOR

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