Crítica: Jack Reacher: Sem Retorno

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Foto: CCINE10

O segundo filme de Jack Reacher estreou no cinema com um elenco excelente, composto por Tom Cruise e Cobie Smulders. Entretanto, o filme deixa a desejar. A recomendação do Tudo Passa, é que Jack Reacher – Sem Retorno, seja um filme casual e sem grandes expectativas.


O roteiro começa muito bem. O primeiro ato é o que mais chama a atenção e o melhor. Por isso, o espectador espera que o filme continue no mesmo ritmo ou ainda mais acelerado, e não é bem assim. Jack Reacher prossegue com um roteiro fraco e com vários elementos que não funcionam. A ameaça não é clara e por isso, o filme começa a desandar.


Jack Reacher segue o senso comum para filmes do gênero, mas as cenas de ação são um pouco diferentes do primeiro filme. Apesar de serem muito boas, o personagem apanha bastante e nem sempre dá as ordens, dividindo o ponto alto do filme com major Susan Turner. Ela é durona e cheia de atitude.



A decepção do filme é a personagem Samantha Dayton, possível filha de Jack. Ela aparece apenas para complicar o roteiro e faz uma merda atrás da outra. A trama em si foca pouco nos dois e no possível romance de Jack e Susan. Nem mesmo o personagem do Tom Cruise ganha o destaque que merecia, assim como os vilões.


Apesar de tudo o filme é competente, mas fica abaixo da expectativa. Nada marcante, mas o suficiente para te distrair por duas horas.


Sinopse: Jack Reacher (Tom Cruise) retorna à base militar onde serviu na Virgínia, onde pretende levar uma major local, Susan Turner (Cobie Smulders), para jantar. Só que, logo ao chegar, descobre que ela está presa, acusada de ter vazado informações confidenciais do exército. Estranhando a situação, Reacher resolve iniciar uma investigação por conta própria e logo descobre que o caso é bem mais pessoal do que imaginava.


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