Crítica: Procurando Dory

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Foto: Papel POP

Ao contrário do que muitos pensam, Procurando Nemo e Procurando Dory, são dois filmes para todos os públicos: tanto as crianças como os adultos gostarão da experiência. Vale ressaltar, que Procurando Nemo foi lançado em 2003, e por isso, após 13 anos, seu público agora é adolescente.

Em Procurando Dory, é mantida a mesma atmosfera de Procurando Nemo. É mantido também a estruturação dos fatos e o desenvolvimento, assim como alguns personagens anteriores. O mais legal, é que foram acrescentados alguns novos que são muito divertidos.


Foto: Embrulha

Entretanto, o Diretor Andrew Stanton, conseguiu junto com Angus MacLane fazer um filme independente, criativo e ainda diferente. Tudo em Procurando Dory tem um propósito e se encaixa no começo ou no final. Aliás, os detalhes relembrados da infância de Dory, são o que mais emociona quem está assistindo.


Vale ressaltar, que a história do Nemo e da Dory são entrelaçadas, e isso, o filme trabalha isso muito bem. Dory se torna a personagem principal e consequentemente muito querida pelo público. Os roteiristas do filme Andrew Stanton e Victoria Strouse precisaram ter um cuidado muito grande ao desenvolver o filme, pois a Dory é um personagem complicado para se desenvolver. Foi arriscado, diria até que perigoso mudar o foco do filme para ela. Os elementos que constituem a história foram posicionados no momento certo, sem nenhum exagero e na medida exata para emocionar o público.

Várias pessoas vão catar referências legais e nostálgicas no ar do primeiro filme, deixando quem acompanhou desde o início com um pouquinho de saudade. Por esses motivos e outros, o filme é muito gostoso, dinâmico e engraçado. Procurando Dory vale muito a pena! E se liga: no finalzinho ainda tem uma cena pós-créditos, certo?

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